Da boca para fora




Emily McDowell via The Milk Blog

No Domingo não houve post porque "aquela cena" em Paris abanou-me mesmo. Ainda que eu tente filtrar certas coisas e que não passem para aqui, há alturas em que não se consegue. Foi forte demais, foi bestial (no sentido lato mesmo, não no sentido em que costumo usar de "Que fantástico!"), foi desumano. Mas a vida tem de continuar e ficar em casa a olhar através da janela, semi resguardados pela cortina não nos vai ajudar nada.

Emily McDowell via The Milk Blog

A propósito disso e de situações complicadas em que é suposto as pessoas dizerem frases lapidares (que eu chamo carinhosamente de "frases de roto"), cheias de sentimento e com um passe para o seu ombro para podermos chorar à vontade, dei por mim a pensar no que teria de dizer a alguém que estivesse envolvido com essa catástrofe. O que me veio à cabeça de imediato foi "Que cena do caraças, pá. Precisas de alguma coisa? Se quiseres ir beber um copo diz". É óbvio que esta tirada se dirigiria a alguém que estaria "pouco" envolvido. Mas, pior ainda, dei por mim a perceber que tenho o condão de só conseguir dizer aquilo que não é suposto mas que ainda assim toda a gente gostaria de poder dizer, mas não o faz porque "fica mal". Ah! O eterno "Fica mal, o que vão pensar de mim?", aquele momento em que estamos num velório e só nos vêem disparates à cabeça, anedotas porcas incluídas. A altura em que devíamos dizer "Agora está num sítio melhor" mas que só nos sai um "Já está, agora vais ter algum descanso, porque estes últimos tempos têm sido terríveis". Por isso é que fico calada, sorrio, dou um beijinho e pronto. E o mesmo se aplica a casamentos ("O lombo estava um pouco seco e quando cheguei à mesa das sobremesas já não havia arroz doce, mas o teu vestido é lindo! Não exageraste nesse decote?"), aniversários ("Oh e pensar que o sacana ainda há um ano te deu um parto de 50 horas e que juraste nunca mais ficar grávida!"), baptizados e por aí fora.

Emily McDowell via The Milk Blog


Por isso é que fiquei contente por ter descoberto os Empathy Cards da Emily McDowell. Definem-se por ser Support for Serious Illness and Loss e achei-os fantásticos por porem por escrito aquilo que muitas vezes nos passa pela cabeça e não dizemos porque não devemos ou porque simplesmente não sabemos o que dizer. A verdade é que, tal como a Emily diz, estes cartões foram feitos porque ela achou que era necessária uma forma melhor e mais autêntica de comunicar com quem precisa do nosso apoio. Achei a ideia brilhante. Às vezes pôr por escrito custa menos e tem a vantagem de poder ser guardado. E lá porque se escreve não significa menos. Antes pelo contrário; assim temos a certeza que fica tudo muito bem percebido. Não é? :)

Emily McDowell via The Milk Blog


Imagens de Emily McDowell (visitem o site porque o trabalho da Emily é fantástico)

Levantar o véu no CPR




Não devia haver desculpas para escrever, farto-me eu de dizer a quem quer ouvir. Mas pior que isso, é que há sempre desculpas para não escrever. E só ao fim de um mês de CPR é que consegui responder ao desafio.
Já vos tinha falado muito por alto do CPR aqui mas acho que merece um post só para ele. Esta conversa de "ah e tal, escrever é bom, limpa a alma, mas hoje não tenho tempo" é repetida mais vezes do que devia. Pelo menos é a minha opinião pois por muito que insista no poder libertador da escrita (entre outros), não sigo muito o que ando a vender. Olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço. Mas a existência do CPR é benéfica: afinal, o meu nome aparece na lista com tantos outros que acabo por ter mesmo de aparecer pois a certa altura já devem pensar que sou um fantasma.
E digo-vos mais: precisava do exercício da semana passada há muito tempo. Porque às vezes não chega escrevermos no papel, fechar o caderno e metê-lo a gaveta. Às vezes temos de ser conscientes de que o que escrevemos vai ser mesmo lido. É como se levantasse um nico do véu com que me tapo todos os dias.
O meu texto da semana passada (o tema desta semana deve estar a sair) está aqui para quem o quiser ler. E gostava muito que o fizessem e gostava muito que me dessem a vossa opinião.

Imagem via The Everygirl

Leituras ao pequeno almoço de Domingo #081115




Assim de repente olho para o calendário e vejo que estamos a pouco tempo do Natal. Pelo caminho, agradeço a certas meninas que sigo no Facebook e no Instagram que fazem contagens diárias para o dito: "Faltam X noites até lá!", "Ainda temos X dias úteis e não-sei-quantos fins de semana!". Poupem-me. Não me bastava levar com o Natal olhos dentro nas lojas logo em Outubro e ainda tenho de levar com o vosso stress. Em tempos expliquei esta minha pseudo-aversão "natalina", espero que me compreendam. Lá para o princípio de Dezembro estarei à beira de um ataque de nervos.

- Juro que gostava de perceber esta "glamourização" do estou-a-mil-e-cheia-do-que-fazer-não-tenho-tempo-nem-para-um-traque. Não percebo, a sério. Não é de hoje, pois bem me lembro do peito cheio de alguns que diziam: "Sabes, fiquei a trabalhar até às 8" quando eu sabia perfeitamente que tinham chegado ao meio-dia (ok, ok, não vamos por aí, produtividade, blá, blá, mas ao fim do dia trabalhamos todos as mesmas horas, ok?). Pronto, vamos lá respirar fundo, fazer um mortal empranchado à frente e ler este post com conselhos para "destressar" a cada hora do dia. Não stressem por ter de fazer tudo, se cumprirem um já é muito bom.

- Esta dica foi dada pela Margarida, do Pano pra Mangas (Obrigada, menina!). Quem diria, bordar em jornal? Esta conta de Instragram deixou-me de boca aberta!

- "A verdade, sempre a verdade e nada mais que a verdade" é uma das bases do meu blog. O que aqui lêem é reflexo de tudo o que penso, não há coisas nas entrelinhas, nunca fiz um post patrocinado (e sim, falo de muitas coisas de que gosto e até de coisas que me pedem para divulgar, que faço desde que ache que encaixa aqui a 100%) o que não quer dizer que não o venha a fazer, desde que seja um bom reflexo daquilo que "apregoo" aqui. Quando li isto, não me surpreendeu nada e a pergunta que eu mais fazia era: "Mas quem a segue não teria noção de que era tudo mentira, ou pelo menos, um nico menos verdadeiro?" entre outras que mais tarde irei inlcuir noutro post sobre o assunto. A minha questão é: vocês sabem que é tudo treta e mesmo assim seguem religiosamente? Não se sentem enganados? E porque seguem este tipo de contas?

- Desta vez vou declarar-me culpada. Quando estão sozinhos em casa, o que fazem? Assim, coisas que não seja normal fazer quando está mais gente... Desta lista toda posso dizer que sim, falo sozinha, não faço misturas esquisitas, mas como coisas que não faria quando tenho o resto dos homens (o meu marido e o meu filho, entenda-se!) em casa. E vocês?

Imagem de yukki.m (tem um Flickr lindissimo, vão lá ver!)

Leituras ao pequeno almoço de Domingo #011115




my-paradissi-beige-sofa-styling-taru-sort-of-pink via MILK

Acho que os Domingos moles já chegaram. O que é um Domingo mole? É um Domingo em que pouco se faz: comem-se restos do dia anterior para não se ter de cozinhar e os únicos percursos autorizados são entre a cozinha e o sofá da sala. Se meter lareira e manta tanto melhor.

- Com esta histeria toda das carnes processadas, começa-se mais uma vez a pensar no que comemos. A Márcia tem uma receita que quero experimentar!

- Para quem gosta de andar organizado ao longo do mês, segue o kit para o mês de Novembro! (tenho de vos falar nesta história da organização; é viciante!)

- Já que estamos em fase de terrores, espreitem este post. O que fazem quando não têm internet?

Esta semana trago-vos menos que ler, porque estou a trabalhar nos posts da semana que vem (a ver se este blog anima, caraças!). Aproveitem este Domingo que eu cá vou estar no sofá parecido com o da fotografia!



Os meus cadernos




Personalized notebooks by MILK

Em tempos falei do problema que tenho com os cadernos. Colecciono-os, não os uso porque tenho pena, enfim, nada que não aconteça convosco, certo? Mas este problema não fica por aqui. Tem requintes de malvadez. Os cadernos que servem para uso diário - não estou a falar dos que compro porque "Oh! É tão giro!" - têm de ser A5 e quadriculados. Não me perguntem porquê, mas para mim escrever em folhas quadriculadas é estar no paraíso. Fico doida se tenho de escrever em folhas lisas (sim, mesmo que seja um mero rascunho) e tenho sempre a sensação que quando se escreve em folhas de linhas a coisa não fica muito organizada visualmente. E, para mim, os "escritos" também têm de ser apelativos aos olhos.

Personalized notebooks by MILK

Desde há uns tempos para cá que se torna cada vez mais difícil arranjar cadernos quadriculados com capas giras. Não há. Experimentem ir à FNAC e arranjar um daqueles cadernos giros, mesmo giros, com papel quadriculado. Não arranjam. Se quiserem folhas lisas ou de linhas têm ao pontapé, caso contrário, temos pena.
Pois aqui há tempos, resolvi o assunto. E o melhor é que fico com cadernos personalizados, por pouco dinheiro. Querem saber como? Fácil, fácil. Estão a ver os cadernos das fotos? São cadernos agrafados A5 que comprei na Staples, com capa de cartolina que existem em todas as cores que possam imaginar. O seu preço não chega a 1€. Pego neles, vou à zona da reprografia na mesma loja, peço para tirarem os agrafes, guilhotinarem a lombada (para as folhas ficarem separadas) o mínimo possível e peço para porem uma espiral como a que vêem na foto. Custo total? À volta dos 2€ e pouco com a vantagem que levo um caderno para casa para poder personalizar à vontade; washi tapes, recortes de revistas, autocolantes, vale tudo!
Sim, podia comprar cadernos A5 com espiral, mas nem esses são "perfeitos". E agora, quem vai a correr personalizar cadernos? Ou fazem-no de outra maneira?

Personalized notebooks by MILK

Imagens by Moi

Leituras ao pequeno almoço de Domingo #251015




Baking Magique via MILK

Gosto desta sensação de acordar com muito dia pela frente e saber que dormi que me fartei. É o que me acontece sempre que a hora muda em Outubro (já da de Março, nem falo, ok?).
Estamos a uma semana do Halloween e contra o que é costume nesta altura, noutros anos, vejo o pessoal pouco entusiasmado com a coisa. A verdade, é que não ando nos sítios óbvios - hello, Pinterest! - mas a coisa anda sossegada este ano. Vocês também são "halloweeneiros"?

- A Catarina não pára; ele é reuniões de bloggers, sessões de fotografia, eu sei lá mais o quê. E agora, juntou-se à Joana e, para terem desculpas para escrever todas as semanas - dizem elas - fundaram o CPR. A ideia é simples: um grupo de escrita que nos dá temas semanais e nos empurra para escrever, porque afinal precisamos dela como do ar que respiramos (aliás, o nome do grupo inspira-se precisamente nas massagens cardíacas para reanimação). Também faço parte deste grupo apesar de ainda não ter escrito uma única linha que seja (ainda que mande toda a gente escrever porque acho que faz bem à saúde). Shame on me! Ainda assim, tenho espreitado o site do CPR e há por lá textos fantásticos. Até ao fim do ano, garanto que vão ter leituras espectaculares. Podem ver tudo aqui.

- É assustador quando se apagam os telemóveis, como acontece nesta série de fotografias.

- Agora que até me tenho portado bem e tirado fotografias aqui para o blog (eu sei que o fundo é sempre o mesmo mas adoro a textura gasta da mesa e além disso está na varanda que tem sempre luz óptima!) ando a querer aventurar-me mais um nico. Descobri este post com ideias óptimas para produzir as fotos.

- Um presente da Marloes de Vries - já falei dela aqui - para nós, por ter chegado aos 10.000 seguidores no Instagram. Eu sou educada, agradeci e imprimi. :D

Imagem de Baking Magique (aproveitem e vejam a receita de granola)

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Book review: How to be a Parisian wherever you are




How to be a Parisian by MILK

A última vez que fiz um review de um livro que li, foi no início da Primavera. Considerando que estamos no início do Outono, vão pensar que cá por casa não se lê muito. Mentira. Até gostava de ler mais, mas não consigo. Já devorei livros. Agora vou lendo, tirando na época de férias em que marcham 4 ou 5 livros em duas semanas. Um dia destes, conto-vos sobre os que li nas férias, mas hoje quero falar-vos do How to be a Parisian wherever you are.

How to be a Parisian by MILK

Só para que não haja dúvidas, é um bom livro. Eu é que sou esquisita e não gostei. Ou então não estava para aí virada. Deve ter sido dos poucos em que andei meses para comprar desde que foi publicado. Li criticas - todas meio-meio, ou gostavam ou detestavam - e a certa altura decidi dar-lhe uma hipótese e comprei-o na versão em inglês, depois de ter jurado a mim mesma que o compraria em francês (defeito profissional ;) ). O primeiro problema está mesmo aí: fico com a sensação de que a tradução não é grande coisa. Quem o traduziu ou era francês e não dominava o inglês (e para quem sabe, este erro é crasso e de principiante, porque um tradutor só traduz para a sua língua materna) ou era inglês e tentou escrever um texto etéreo, romântico, como se fosse uma française a contar-nos uma história numa tarde de chuva, pelo meio de cigarros e ressacas.
Outra coisa que não me convenceu muito foi todo o texto em si. Pareceu-me vago, escrito por alguém que fumou umas coisas e que vive entre a sua cama - que nunca é feita - o bistro da esquina e as festas em casa dos amigos. Uma miúda que vive devagar apesar de estar sempre cheia de pressa.

How to be a Parisian by MILK

No geral, não me convenceu. Talvez tenha achado que ia ser um livro do género deste que é escrito por alguém cheio de genica (e com mais uns anos em cima, mas que nem por isso os vive como tal) e que é um guia para a Parisiense. Talvez o tenha lido na altura errada - na praia - e afinal seja um livro de Inverno. Se lhe der uma segunda oportunidade, aviso. E vocês, já o leram? O que acharam?

Fotos by Moi


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Leituras ao pequeno almoço de Domingo #181015





Começo por dizer-vos que não sei de onde vem a imagem que estou a usar - o Reverse Image Search do Google não funcionou - mas caso saibam, agradeço que me digam para poder dar-lhe o devido crédito. Quanto ao resto, aproveitem bem o que resta do fim de semana. Boa semana!

- Quantos e-mails recebem por dia? Eu cá, resmas deles. E se não tiverem um Assunto que me chame a atenção, nem lhes pego. Aqui têm alguns truques para vos ajudar com os ditos.

- Portugal está na berra e cada vez mais vejo os bloggers estrangeiros a falar das suas visitas. O estranho? É que conseguem sempre mostrar as coisas a que já nos habituamos com uma nova perspectiva. Assim, como a da Tina.

- Quem ainda não tenha andado para aí a pintar livros como se o mundo acabasse amanhã, levante o braço! Aqui têm uns desenhos mais para pintar, sem terem de comprar os livros (basta ter impressora, of course!)

- Amanhã é Segunda - Feira e - Oh senhores!!! - o dia mais complicado da semana. Aqui têm umas dicas para poderem fazer de amanhã um bom dia.


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A minha mesa de centro




Ando à procura da mesa de centro ideal para a nossa sala. Era mesmo esta. Sim, deve ser Sueca por isso o preço não deve ser nada simpático. Mas ainda assim, posso sonhar com ela.

Fantastic Frank via MILK

Fantastic Frank via MILK

Imagens via Fantastic Frank

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O filho pródigo




Maybelline Great Lash by Milk Blog

Ao contrário das pessoas normais que gostam de pestanas daqui até à lua, pretas como o alcatrão - e não tenho nada contra, apenas não gosto de me ver com elas, mas acho que ficam bem a algumas pessoas - eu sou rapariga de gostar de andar com elas penteadinhas, arrumadas e discretas. Há uns anos comecei a usar o Great Lash Mascara da Maybelline. Usava e abusava. E gostava, porque é daquelas mascaras (há uns anos chamavamos-lhes rímel e agora mudou, vá-se lá perceber porquê) que deixa as pestanas lindas de morrer: com um ar arrumado e tratado, curvadinhas. Um primor. Depois Puff! Foi-se. Desapareceu. E quando não conseguia que alguém mo trouxesse de fora ainda me fui entretendo com outras, mas a verdade é que nada me fazia esquecer aquela maravilha. Até ao dia em que a Maybelline abriu um quiosque no Cascashopping e enquanto escolhia os Baby Lips que me faltavam (sim, é tipo colecção de cromos. São bons, são giros e como uso muito batons de cieiro tenho sempre uma boa desculpa para comprar mais um) dei de caras o com dito. A menina deve ter achado que me ia dar uma coisa má, porque devo ter hiperventilado uns bons 10 minutos. Depois de lhe ter perguntado se valia a pena levar mais que um com receio de que nunca mais conseguisse arranjar, garantiu-me que não, que estava de volta e que tão cedo não desaparecia. E pronto, trouxe este senhor para casa, dei uma festa (ok, só estava eu, mas chega!) e desde então nunca mais o larguei. É parvo? Pode ser, mas estas coisinhas também ajudam a que a nossa vida saiba melhor, não?

Maybelline Baby Lips by Milk Blog

PS -Este post não é a pedido. Tal como uma série de outras coisas de que já se falou aqui, gosto de contar e partilhar aquilo que vejo e que experimento. Não custa, não dói e quem sabe não estamos a contar uma mega novidade a alguém?

Maybelline Great Lash + Baby Lips by Milk Blog

Imagens by Moi

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Leituras ao pequeno almoço de Domingo #111015




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Não sei se será do Outono estar a fazer sentir-se, mas de repente parece que toda a gente começou a escrever coisas que merecem ser partilhadas. Talvez seja do tempo, das rotinas que lentamente voltam aos seus sítios (e eu bem sei o bem que uma rotina me faz!), mas começa a ser mais fácil partilhar coisas com valor acrescentado. Entretanto, aproveitem este Domingo de chuva.

- Um artigo sobre ter um blog que está delicioso. Arrasa com os mitos urbanos (como se já não soubéssemos...) diz umas verdades mas a conclusão é sempre a mesma. Ter um blog é bom e já não se vive sem! (e por causa disto lembrei-me que já não escrevo sobre o Blog da Vizinha há algum tempo).

- Eu sei que a moda não é de hoje, mas há sempre quem queria aprender caligrafia. Aqui têm, gratizinho da silva. Ando para o fazer há uns tempos.

- De repente senti necessidade de usar uma agenda e um planificador semanal (um dia explico porquê o "de repente"). O que tenho a uso não é este, mas já está na lista quando o que tenho acabar.

- Outro post que ando a escrever há algum tempo é sobre a minha rotina matinal. Não é de hoje que descobri que, para mim, o facto de ter uma rotina definida naquela primeira hora do dia, me ajuda a ter um dia organizado e equilibrado. Descobri um site que fala disso mesmo.

Imagem de Camp Brand Goods

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Leituras ao pequeno almoço de Domingo #041015





A primeira semana de Outono já se foi (Oi? Outono? Não vi!) e a verdade é que ando mortinha por começar a andar mais tapadinha. Além disso, já comprei umas coisitas das colecções novas e pelo andar da carruagem nem em Janeiro saem do armário. Adiante...

Esta semana só há dois posts para ler, mas um deles vale por três ou quatro. Na verdade, além de me sentir um pouco em baixo de forma, acho que este mundo 2.0 anda um nico saturado e falam todos do mesmo. Ou então sou eu que não vou aos sítios certos. Ainda assim, posso garantir que já há uma série de posts na calha para a semana que vem, por isso, vamos a isto!

- Muito se fala de cópias, plágios e inspirações. Uns dizem que foram copiados, outros desculpam-se a dizer que foram verdadeiras epifânias aproveitadas pela calada da noite, mas foi a primeira vez que vi alguém furioso - e com razão - escrever sobre o assunto desta forma. Houvesse mais gente com esta coragem e se calhar o resto da malta puxava pela cabeça em vez de se encostar ao vizinho.

- As 9 desculpas que costumo invocar quando vou às compras. Dão jeito!

E pronto. Este foi pobrezinho, mas escrito a pensar em vocês (nos três ou quatro que ainda passam por cá para ver se há novidades. Obrigada!!). Aproveitem o que resta do fim de semana e não se esqueçam de ir votar!

Imagem de Qays Design (se clicarem no link vão directos ao tutorial - bom para dias de chuva!)


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Leituras ao pequeno almoço de Domingo




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Sejamos francos: este vento frio que aparece ao fim do dia já começa a saber bem. E as rotinas que se voltam a instalar, ainda que de uma forma um tanto dolorosa, também. Vivo bem sem elas durante dois ou três dias mas ao fim desse tempo começo a sentir-me perdida, sem saber para onde me virar. É assim também com as Leituras: comecei o Verão um tanto cansada de publicar todos os Domingos, mas ao fim de um mês faltava-me qualquer coisa. Bora lá a elas, que a coisa promete.

- Setembro é o mês dos recomeços (e começo a ficar cansada de dizer e ler isto em todo o lado :) ), por isso que tal começarmos a ser um poucos mais sinceros connosco e com os outros? Aqui têm 7 verdades duras sobre a vida.

- E a conta de Instagram de uma Barbie hipster? Aviso: é de ir às lágrimas (e não se queixem, é por causa de alguns de vocês, que estas coisas existem. Obrigada!!)!

- Admito que sou das que não come pizza requentada do dia anterior. Mas com estas receitas sou capaz de mudar de ideias.

- Com as noites mais frescas a chegar, sou menina para pegar neste projecto.

Imagem via M.Diary

Finalmente!!




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Pronto, chegou. É um exagero dizer que ando um ano inteiro à espera de Setembro, mas a verdade é que chegando a Maio começo a precisar de fazer reset a tudo. É uma altura em que parece que está tudo fora do sítio, desordenado, cansado. Julho e Agosto são meses para esquecer com tanta fotografia de praia no Instagram. Vamos de férias e ao fim de uns dias já só queremos voltar a casa.
Setembro é que é. Abrem-se armários, organiza-se, deita-se fora o que não interessa. Limpa-se a areia que ainda vem agarrada aos pés e lavam-se a toalhas de praia. Abre-se uma agenda nova. Retomam-se as rotinas (e eu já tinha saudades de algumas).
Setembro é isto, um ano novinho em folha a pedir que o tratem com jeitinho. Vamos dar o nosso melhor?

Imagem de Free All Images

Lembras-te daquele blog?




tumblr_nlub68tlum1svwoago1_1280Sim, deste. Este que anda para aqui parado e abandonado há uma série de dias. Este, cuja autora não fugiu para Katmandu numa low cost de terceira categoria.
Há alturas em que acontece. Acorda-se de manhã, olhamos para o ecrã e percebemos que não há nada de novo para dizer. Ainda vamos em vão, dar uma voltinha em busca de coisas giras que nos inspirem, mas nem isso. A silly season chegou e este ano deu-me forte! Nunca vi um Verão tão silly, com tão pouco que contar.
É esta a verdade, meus amigos. Não desertei, não fugi. Ando por cá sim, a curtir a vida (com arrumações pelo meio, que o Verão também as pede). Lá mais para o fim do mês estou de volta. Mas não queria que pensassem que me tinha eclipsado. Vocês merecem que vos dê uma satisfação. 
Encontramo-nos no fim do mês. Conto convosco?



Imagem via Wishful Thinking

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Leituras ao pequeno almoço de Domingo #120715





Assim de repente, o meio do ano já passou - no dia 2 de Julho - e ainda não se fez metade do que se planeou. Entretanto, a minha cabeça parou e simplesmente não lhe apeteceu produzir o que quer que fosse. Entrou em modo automático e parecia o burrinho que vai sempre para o mesmo sítio. Ainda ando para aqui a ver se dou conta dela - não está a ser fácil, acreditem - mas acho que vou lá. 
Agora, ninguém quer fazer nada. Já só nos vemos de chinelo enfiado no dedo a caminho da praia, a comer melancia fresquinha. O calor não dá tréguas - para me distrair digo que só faltam 2 meses para o Outono - e ajuda a cabeça a não querer funcionar. Antes de dormirem essa sesta domingueira, seguem quatro links de coisas giras. Bom Domingo!

- Não me canso de repetir que escrever faz bem à saúde. E não adianta dizerem que não têm tempo: têm aqui 5 maneiras de acabar com essa desculpa esfarrapada!

- Um truquezinho fácil para dar um aspecto óptimo às fotografias.

- 9 desafios 9 :) no Instagram. E com o Verão aí é tão mais fácil!

- Por falar em Verão e como estamos todos a precisar de férias. Aqui têm 10 alturas da vida em que se pararem não faz mal nenhum.

É tudo uma questão de perspectiva





Vida de um ser humano normal: rotinas formatadas sobre as quais pragueja todo o santo dia. Quando se deita, pede aos santos e aos demónios que enforquem o chefe - ou no mínimo que lhe provoquem uma mega caganeira - que o dia seja assim e assado. Nunca tem tomates para se chegar à frente. Às vezes não é por falta deles, mas a vida assim o exige. Come e cala todo o santo dia, trabalha qual máquina infalível que quando encrava leva um chuto no rabo de alguém para que funcione melhor. É a vida. Que levante a mão quem nunca a tenha visto ser assim.
E se, de repente, nos obrigassem a enfrentar o touro pelos cornos? Se de repente, tivéssemos tempo e vida para fazer tudo aquilo que sempre quisemos fazer? É por aí, é uma questão de perspectiva. Podem deitar-nos abaixo durante alguns dias, horas até - ou passarmos a vida com uma sensação de ressaca - mas é importante olhar para o assunto de outra maneira. Uma nova página, uma janela aberta, chamem-lhe o que quiserem. Agora, temos à nossa frente aquela frase bonita que encontramos no Pinterest vezes sem conta; "O que farias?"; "Vai-te a eles!"; "Sê bem vinda, Vida!". Frazesinhas de roto, já sabemos, mas com muita verdade lá no meio.
A partir de hoje, o desafio é este: é uma questão de perspectiva e a nossa é a melhor de todas. Quem está comigo?!

Art Print da Catita Illustrations. Pode ser comprada AQUI.

Destralhar para a alma limpar




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...e de repente olhamos à volta e tudo o que vemos enche-nos a cabeça, o fisico. Tudo ocupa espaço. Está desorganizado, fora do seu sítio. Na minha cabeça há uma grande cómoda: cheia de gavetas, onde cada coisa tem o seu lugar. Não há um "esvazia-bolsos". Tudo o que sai tem de entrar numa determinada gaveta, seja ela "cuecas-e-meias", "papelada", "amigos" e, a melhor de todas, "a-gaveta-que-mantém-a-minha-cabeça-arrumada". A mente humana é complicada. A mim, o simples facto de ter um monte de qualquer coisa no canto chateia ao ponto de ter de parar e arrumar cada coisa no seu sítio, deitar fora o que não interessa. Há memórias, sim, no sítio certo. Não é por largar a parte "fisica" que vou perder o que se viveu. Lembro-me de tudo, da viagem de comboio para Mosteirô, do almoço em casa da T, as férias em Esposende com a I, do dia em que chegamos tarde a casa porque era véspera da véspera de Natal e o trânsito na Rotunda estava terrível. E não havia telemóveis.
Segunda feira foi o primeiro dia de férias, de umas férias em que arrumar, abrir janelas, destralhar vai ser a palavra de ordem. Abrir tudo, deixar a corrente de ar passar, arejar. Quero cheiro a Verão cá em casa. Não me interessam os papelinhos que se guardaram durante não sei quantos meses, interessa o que guardo cá dentro. Que se abram os armários e que tudo aquilo que não nos diz nada saia devagarinho, não vá alguém lembrar-se de os apanhar escada abaixo.
Uffff.... As férias em casa cansam. Há dois dias tivemos o primeiro dia de arrumações. Não sei se sobrevivo até ao fim da semana. A minha cabeça é muito complicada ou as arrumações em vossa casa também são assim?

Imagem de Hp Lyrikz

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Viver sem isto tudo?




Eu até posso entender as razões de quem se vai embora. Mas, viver sem isto tudo?

Leituras ao pequeno almoço de Domingo #070615




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Oh bolas, foi um saltinho até ao meio do ano. Ainda ontem andávamos embrulhados nas luzes de Natal e hoje já só queremos havaianas no pé e um gin tónico na mão. Vem aí a pior parte do ano (os calor, senhores, esse calor que dá cabo de mim) e já ando a hiperventilar. Sim, sou mais miúda de casaquinhos de malha e dias de chuva, e então? Não podemos gostar todos do mesmo, certo? Mas nem tudo está perdido. A semana traz um feriado para descansarmos. E gozem-no bem, porque o próximo é só lá mais para o fim do ano. *suspiro*

- Fiquei tão contente com este evento! Faltam-nos mais coisas destas por cá e este parece-me diferente de tudo o resto, quem vai?

- Quando o chefe leva o cão para o escritório e resolvem recriar filmes... Bestial!!

- Para quem até achava que o Instagram era uma coisa "facilzinha", fizeram-nos o favor de o tornar baralhante e, claro, só aparece quem é seguido (uma versão stalker, mas civilizada, boa?). Está tudo aqui e já agora aproveitam e aplicam os ensinamentos, aqui!

- Uma Casa na Costa Alentejana. Mudava-me já e não sei se voltava.

Imagem de remain simple


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